Em uma cidade onde existem mais de 17 milhões de celulares e menos de 14 mil orelhões, Nova York recebeu do arquiteto John Locke (não o filósofo) uma nova proposta para o uso dos telefones de rua. Por que não transformar as cabines telefônicas em pequenas bibliotecas comunitárias?
A ideia surgiu considerando a extinção dos orelhões e os trouxe uma nova função: local de compartilhar livros e ser uma forma livre de educação. Também estimula a troca de informações entre vizinhos, abrindo portas para a convivência entre os cidadãos.
Os livros são deixados nas prateleiras e quem transita pela rua tem a liberdade de levá-los para casa, trocá-los com outro livro ou folheá-los ali mesmo.Bem que podiam colocar uns desses no Brasil né...eu iria amar..
Por: Camila Becker


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